Gastronautas amadores

Archive for February, 2010

Parabéns!


Comemorando – ou melhor, bebemorando – o aniversário do Gastronauta-pai! Êhhhhhhh, felicidades! :D

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Adobe Photocook

Adobe Photoshop Cook from Lait Noir on Vimeo.

Muito bacana!

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gastro-gráficos

Dois ótimos gráficos gastronômicos pescados do ótimo FlowingData. Dica do gastronauta-pai :)


Dropped Food. Should You Eat it?


Engineer’s Guide to Drinks

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De caçador a gourmet (e leitor)

A Ana passou a dica e eu compartilho aqui: no Google Livros dá para ler alguns capítulos do livro “De caçador a gourmet: uma história da gastronômia“. Não li tudo, mas achei bem interessante. Adoro história e adoro comida, quando juntam os dois, então :D

Nessa linha, tenho o “História da Alimentação“. Já li alguns trechos (não li inteiro), mas é bem legal.

Para quem gosta da dobradinha história+comida, eu também recomendo “Açúcar, uma sociologia do doce“, de Gilberto Freyre (este eu li e é muito bom) e o História da Alimentação no Brasil, de Luisa da Câmara Cascudo – um clássico!

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Muffins de pêra e gengibre

muffins de pêra e gengibre

muffins de pêra e gengibre

muffins de pêra e gengibre

Nigella Express

Esse final de semana fizemos estes muffins de pêra e gengibre, da Nigella. Adoramos a receita! É bem simples, os momentos mais “trabalhosos” foram peneirar todo o açúcar mascavo e descascar as pêras. A Nigella disse que pode fazer sem descascar, mas as gente resolveu experimentar sem a casca, mesmo.

O resultado foram muffins bem fofinhos, a massa não ficou seca. Leves e saborosos!

Muffins de pêra e gengibre

250g de farinha de trigo
2 colheres chá de fermento em pó
150g de açúcar
75g de açúcar mascavo peneirado, mais 1/2 colher chá para polvilhar cada muffin
1 colher chá de gengibre ralado
140ml de creme de leite azedo
125ml de óleo vegetal
1 colher sopa de mel
2 ovos
300g de pêra descascada e picada

1. Preaqueça o forno a 200º

2. Em uma vasilha misture bem: farinha, fermento, açúcares e gengibre. Em outra, creme de leite, óleo, mel e ovos.

3. Misture tudo e coloque nas forminhas. Polvilhe com o açúcar mascavo e asse por 20 minutos. Deixe esfriar.

Como fazer o creme de leite azedo: 250ml de creme de leite fresco com uma colher sopa de suco de limão, numa tigela de vidro. Deixe em temperatida ambiente até engrossar (10 a 30 minutos). Cubra a tigela e deixe na geladeira até a hora de usar.

Rende 12 porções.

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Waffles

Waffles Waffles
Waffles Waffle

Waffles

Há um ano atrás eu presenteei o maridão com uma maquininha de waffle. A idéia era convidar os amigos e chegados para a gente se divertir fazendo waffles. Mas com a gravidez, a chegada da Alice e tudo o mais, acabamos usando a maquininha apenas uma vez!

Acompanhando a máquina, “montei” um livrinho com uma receita base para waffle e várias sugestões de receitas para coberturas.

Nesse final de semana o maridão se empolgou e resolveu colocar mãos à obra. Testou a receita base que eu havia escolhido e que foi aprovada com louvor. Nós haviamos testado antes um preparado pronto para waffles e panquecas que, devo dizer, não foi tão feliz. Não era ruim não, mas essa massa ficou bem mais gostosa, mais leve e menos doce.

Para quem ficou curioso, coloco o livrinho para download. Importante dizer: eu fiz o livrinho para dar de presente para o gastronauta-pai, então não me preocupei em colocar créditos nem nada. Se alguma receita for de alguém que quiser os créditos, é só me avisar.

Waffles

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Projeto Cozinha Materna

Depois de algumas semanas de gestação, acho que o filhote está maduro para apresentar ao mundo. Esse projetinho nasceu inspirado na vontade de comer melhor, mesmo com as dificuldades do dia-a-dia.

Convido a todas e todos para participar, ler, trocar idéias. A casa está aberta :)

Projeto Cozinha Materna

A idéia do projeto nasceu de uma dificuldade minha: estou sempre à caça de receitas fáceis (fáceis mesmo!) para fazer no dia-a-dia. As únicas refeições que faço em casa, durante a semana, são o café-da-manhã e o jantar. Se não me programo muito bem, o jantar fica comprometido, porque chego em casa e não tem nada para preparar. E muitas vezes o cansaço vence e tudo o que eu quero é descongelar algo e comer.

Percebi que muitas mães, assim como eu, tem dificuldade de manter uma alimentação legal no dia-a-dia por causa da rotina corrida. A gente preza pela alimentação dos pequenos, mas a nossa própria acaba comprometida, com jantares que viram lanches, congelados e outras opções não tão bacanas. E a gente sabe que os pequenos acabam seguindo os exemplos dos mais velhos: não adianta brigar com eles para comerem verduras, se a gente mesmo apela sempre para um sanduiche.

Para reverter essa situação, venho tentando coletar receitas simples, que podem ser feitas durante a semana – para que eu me programe quais serão os jantares e compre os ingredientes no final de semana, ou mesmo receitas que eu posso fazer no final de semana e congelar. Pensei que, se pudesse trocar idéias com outras mães, poderia juntar muito mais receitas com esse espírito.

Na prática, o projeto envolve uma lista de discussão (http://groups.yahoo.com/group/cozinhamaterna/), para as pessoas trocar as idéias e postar as receitas, e um blog no domínio http://www.cozinhamaterna.com.br, para publicar as receitas (todas ou parte delas, depende do volume), categorizadas e organizadas, para ser fácil de encontrar, e com a devida permissão de quem postou. Para colaborar no blog, não precisa participar da lista, e vice-versa.

Tópicos do site – e também assuntos da lista:

1. Receitas:
Pode ser receita vegetariana, lacto-vegetariana ou mesmo carnívora. Vale até receita de bolo ou algo mais gordo. A linha é tentar ser o mais natural possível, mas uma receita ou outra menos “natureba” também pode rolar.

A idéia é trocar receitas para atender diversos “públicos”, mas todos com uma vontade de comer melhor:

1.1 Para o dia-a-dia dos bebês: papinhas, dicas de iniciação à alimentação.
1.2 Para o dia-a-dia das crianças: receitinhas para fazer para a criançada e com a criançada.
1.3 Para o dia-a-dia dos adultos: receitas saudáveis e práticas para o dia-a-dia.
1.2 Para festas, finais de semana e eventos: categoria especial para aquele bolo com recheio ou biscotinhos de chocolate.

2. Mapa: feiras de orgânicos, restaurantes vegetarianos, lojas de produtos naturais.

3. Contatos de orgânicos que entregam e outros serviços legais.

4. Dicas de cursos e aulas: Pat Feldman, Cozinhando com a Dr. Selma, Mãzinhas na Massa, entre outros.

5. Dicas de livros e sites.

6. Convidados especiais, que irão escrever sobre receitas e hábitos alimentares.

Também rola o twitter, com dicas e novidades: http://twitter.com/cozinhamaterna

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Food, Inc.

Vimos esse documentário faz alguns dias e amamos, recomendamos fortemente para quem se preocupa com o que põe para dentro. Infelizmente não achei um trailer com legendas em português.

Eles também elaboraram uma lista de 10 coisas que vc pode fazer para mudar nosso sistema (as informações são todas referntes aos EUA, mas a gente também pode aproveitar a lista):

1 – Pare de tomar refrigerantes e outras bebidas adoçadas.
Você pode perder 11 quilos em um ano trocando meio litro de refrigerante diário por uma bebida sem calorias (de preferência água).

2 – Coma em casa em vez de comer fora.
As crianças consomen quase o dobro (1.8 vezes) mais calorias quando comem comida preparada fora de casa.

3 – Apóie a aprovação de leis que obriguem as cadeias de restaurantes a informar as calorias nos menus.
Metade das grandes cadeias não mostram nenhuma informação nutricional para seus consumidores.

4 – Fale para as escolas pararem de vender refrigerantes, junk food e bebidas energéticas.
Nas últimas duas décadas, os níveis de obsesidade triplicaram em crianças e adolescentes entre 6 e 19 anos.

5 – Segundas sem carne: fique sem carne uma vez por semana.
Cerca de 70% de todos os antibióticos usados nos EUA são dados as animais de criação, para consumo.

6 – Compre orgânicos ou alimentos sustentáveis com pouco ou nenhum pesticida.
De acordo com o EPA (U.S. Environmental protection Agency), mais de 500 mil toneladas de pesticidas são usados anualmente nos E.U.A.

7 – Proteja os sítios e fazendas familiares; visite seu mercado local.
Os mercados locais permitem que os fazendeiros e sitiantes fiquem com 80 a 90 centavos de cada dolar consumido.

8 – Faça questão de saber de onde vem sua comida – Leia as etiquetas!
Uma refeição padrão viaja 2.500 kilometros da fazenda até o seu prato.

9 – Diga ao Congresso que segurança alimentar é importante para você.
Todo ano, alimentos contaminados são responsáveis por milhões de doenças e milhares de mortes nos E.U.A.

10 – Exija proteções trabalhistas para os trabalhadores rurais e processadores de alimentos, assegurando salários justos e outras proteções.
A pobreza entre trabalhadores rurais é mais que o dobro em relação a todos os trabalhadores assalariados.

(original aqui: http://www.foodincmovie.com/get-involved.php)

Para quem quiser ver mais: entrevista com os diretores, no YouTube (em inglês).

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